Quem?
Quando?
Onde?
Como?
Será?
Tantas interrogativas, tantas iniciativas?
Cumprindo o comum, deixando rolar?
Passa o tempo, passa o medo?
Vivem um segredo, ate se acostumar?
Passou o comum, vivem o natural?
Onde se experimenta o mundo real?
Onde havia graça se tornou normal?
Começa o banal?
Assuntos vivos, assuntos necessários?
A vida num calendário?
Corre, corre?
Volta, volta?
Aqui, lá, cá?
E você? Aí? Aqui?
Mundo real, qual?
O de lá ou o de cá?
Onde se irá morar?
No eterno ou no que vai se estragar?
Procuramos?
Achamos?
Vivemos?
Continuamos?
Toda estrutura se pode mudar?
Encima daquela que não se pode alterar?
O caminho levado de lá para cá?
Ou daqui para lá?
Um?
Claro?
Dois?
Não?
Mantem-se o rumo?
Com declaração?
Fora do prumo?
Não tem caminhão?
Cuidado, em obras?
Jérfiçu